7 de setembro de 2010

Vou-me embora pra Catende....

A filosofia do mestre Ascenso Ferreira está em sua singular contemplação da terra, Pernambuco.
Bem, hoje é dia de fotografia.
Deixo-vos a contemplar e imaginar: O que contei ao poeta Ascenso? Que linguagens corpóreas descritas em sua face?
Enviem-me as possibilidades narrativas e irão concorrer a um livro de outro Célebre Poeta: João Cabral de Melo Neto.

Estou no aguardo, tcham, tcham, tcham...

2 comentários:

  1. O que será que essa Flor contou ao Poeta para ele ficar com essa expressão de surpresa?
    Será que ela declamou um poema dele e pela primeira vez ele gostou que declamassem?
    Será que ela fez elogios que deixaram este poeta sem jeito?
    Será que ela disse que iria dar um beijo nele e ele não esperava esse carinho?
    Ou será que essa flor falou simplesmente que ia danada "imbora" pra Catende misturar sua beleza de Flor com os Versos de seus Poemas.

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  2. Sussurou:

    Ascenso, hora de comer - comer!
    Hora de dormir - dormir!
    Hora de vadiar - vadiar!
    Hora de trabalhar?

    — Pernas pro ar que ninguém é de ferro!

    Então vamos ficar aqui contemplando o rio e suas garças.

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